Banguela
Bulldog Francês
Bulldogs franceses estão entre os casos mais delicados do transporte aéreo internacional: braquicefálicos, precisam viajar na cabine, mas muitos ultrapassam as medidas permitidas pelas companhias. A viagem da Banguela para os Estados Unidos foi planejada milimetricamente para eliminar o risco de recusa no check-in.
O desafio
Muitos bulldogs franceses excedem os limites de dimensão das caixas de transporte aceitas em cabine. Quando isso acontece, a companhia aérea pode recusar o embarque na hora do check-in, com o tutor já no aeroporto, passagem comprada e mudança marcada. Somam-se a isso as exigências sanitárias dos Estados Unidos: microchip, vacinação, exames e documentos veterinários com prazos rígidos.
Como a Pet Viajante ajudou
A logística do voo foi desenhada para garantir o embarque da Banguela em cabine dentro das exigências da companhia aérea escolhida. Em paralelo, a equipe cuidou de toda a documentação de entrada nos Estados Unidos (microchip, vacinas, exames e emissão dos documentos veterinários), respeitando cada prazo das autoridades americanas. O Marcos embarcou ao lado dela com todas as etapas validadas.
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