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Transporte de pet de São Paulo para a França: custo, prazo e passo a passo

Quanto custa e como levar seu pet de São Paulo para a França: requisitos da União Europeia, rota a partir de Guarulhos, prazos, faixa de custo e passo a passo completo.

Levar um pet de São Paulo para a França custa, em geral, entre R$ 6.000 e R$ 20.000 e leva de 1 a 4 meses de preparação. O ponto que confunde a maioria dos tutores é este: os requisitos sanitários dependem do destino (a França, que faz parte da União Europeia) e não da cidade onde você mora. São Paulo entra na equação pela logística — de qual aeroporto o pet embarca, quais voos aceitam animais, quais veterinários emitem os documentos e onde é feito o CVI. Neste guia você vê o passo a passo completo, do consultório em São Paulo até o desembarque na França.

Requisitos dependem da França, não de São Paulo

A França segue as regras de entrada de animais de companhia da União Europeia. Como o Brasil é um país listado (categoria favorável), o processo é relativamente direto — mas ainda assim burocrático e sem margem para erro. Os requisitos básicos são:

  • Microchip padrão ISO 11784/11785, implantado antes de qualquer outra etapa. Se o chip for de outro padrão, você precisa levar seu próprio leitor.
  • Vacina antirrábica válida, aplicada depois da implantação do microchip (essa ordem é obrigatória — vacina antes do chip invalida tudo).
  • Prazo de carência após a vacinação antes de poder viajar (respeitar o intervalo mínimo exigido).
  • CVI (Certificado Veterinário Internacional) emitido pelo VIGIAGRO/MAPA poucos dias antes do voo.
  • Boa notícia saindo do Brasil: a sorologia antirrábica (teste FAVN) não é exigida para a União Europeia, por o Brasil ser país listado. Isso encurta bastante o processo em relação a destinos como Austrália.

O detalhamento de cada exigência, com a ordem correta e os prazos, está na nossa página dedicada ao destino. Vale abrir e ler com calma: levar pet para a França. Para entender o coração de todo o processo, veja também o guia de microchip no padrão ISO e o de documentos para viagem internacional.

Como o pet sai de São Paulo até a França

Aqui é onde a sua cidade importa. São Paulo tem o Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU) como principal porta de saída para voos intercontinentais — é de lá que partem as rotas diretas e as principais conexões para a Europa. O Aeroporto de Congonhas (CGH), no centro expandido, opera basicamente voos domésticos, então não serve para o trecho internacional.

Na prática, existem dois cenários comuns:

  • Voo direto GRU → Paris (CDG): algumas companhias oferecem trechos diretos de Guarulhos para Paris. É o cenário ideal, porque reduz manuseio e estresse do animal.
  • Voo com conexão: quando não há voo direto disponível na data ou quando o pet só é aceito por determinada companhia, a rota pode ter escala em outra cidade europeia (Lisboa, Madri, Frankfurt, Amsterdã) antes de chegar à França.

Nem toda companhia aérea aceita pet, e as que aceitam têm regras diferentes para cabine (animais pequenos, dentro de um limite de peso somado à caixa) e porão pressurizado/carga (animais maiores). Reservar a vaga do animal com antecedência é essencial — cada voo tem número limitado de pets a bordo. Entenda as diferenças no guia cabine vs. porão vs. carga.

Se o seu pet viaja no porão e a rota tem conexão, redobre a atenção: escalas mal planejadas significam mais tempo de espera, troca de aeronave e risco de mudança de temperatura. Uma empresa que opera a praça de São Paulo consegue montar a rota com o menor número de trocas possível.

Passo a passo resumido

  1. Microchip ISO em veterinário em São Paulo.
  2. Vacina antirrábica após o microchip e cumprimento da carência.
  3. Escolha e reserva do voo a partir de GRU, garantindo a vaga do pet.
  4. Caixa de transporte no padrão IATA, adequada ao porte do animal.
  5. Exames e atestado de saúde recentes, emitidos por veterinário habilitado.
  6. Agendamento e emissão do CVI no VIGIAGRO poucos dias antes do embarque. Veja como funciona em agendamento e emissão do CVI.
  7. Embarque em Guarulhos e desembarque na França, com liberação na chegada.

Prazo por etapa

EtapaPrazo estimado
Microchip + vacina antirrábicaDia 0 (base de tudo)
Carência pós-vacinaçãoAguardar intervalo mínimo exigido
Reserva do voo (vaga do pet)4 a 8 semanas antes
Exames e atestado de saúdeDias antes do CVI
Emissão do CVI (VIGIAGRO)Poucos dias antes do voo
Processo total típico1 a 4 meses

A recomendação é sempre a mesma: comece cedo. Quem deixa para a última hora corre o risco de não achar vaga para o pet no voo desejado ou de esbarrar num prazo de vacina que ainda não venceu a carência.

Antes de seguir sozinho por esse checklist, vale um alerta honesto: cada linha acima tem detalhes que mudam sem aviso — datas de vacina, exigências de companhia aérea, disponibilidade de voo. Um erro na ordem das etapas pode significar pet barrado no embarque, voo perdido ou custos dobrados. Se preferir tranquilidade, fale com um especialista da Pet Viajante e receba um plano com datas exatas para o seu caso.

Faixa de custo estimada

Não existe preço fechado: o valor depende do porte do pet (cabine ou porão), da companhia aérea, da caixa IATA, dos exames, dos documentos, das taxas e do agente no destino. Como referência de planejamento:

ItemFaixa estimada
Microchip + vacinas + examesA partir de R$ 300
Caixa de transporte IATAR$ 300 a R$ 2.000 (conforme o porte)
Passagem do pet (cabine)Em geral R$ 1.500 a R$ 4.000
Passagem do pet (porão/carga)Em geral R$ 4.000 a R$ 12.000+
Documentação, taxas e agenteVariável conforme o serviço
Total típico do processoR$ 6.000 a R$ 20.000

Pets maiores, que viajam no porão, tendem a puxar o custo para o topo da faixa. O valor exato só sai com um orçamento personalizado, considerando o seu pet, a data e a rota a partir de São Paulo.

Cuidados com a conexão para pets no porão

Se o animal viaja no porão pressurizado, a rota com escala exige planejamento extra:

  • Prefira conexões curtas e, se possível, na mesma companhia, para evitar retirada e novo despacho da caixa.
  • Confira se o aeroporto de conexão aceita trânsito de animais e se há restrição de temperatura na data.
  • Garanta que a caixa IATA esteja no tamanho certo — o pet precisa ficar de pé e se virar dentro dela.
  • Evite tranquilizantes por conta própria: a maioria das companhias não recomenda sedação em voo.

Para entender exatamente como o animal é transportado embaixo, leia como funciona o pet no porão.

Por que contar com quem opera a praça de São Paulo

Fazer esse processo sozinho é possível, mas arriscado — e São Paulo, apesar de ser o maior hub aéreo do país, tem alta concorrência por vagas de pet nos voos internacionais. Uma empresa especializada que já opera saídas de Guarulhos consegue: encontrar as melhores rotas GRU → França, garantir a vaga do animal, indicar veterinários habilitados, organizar a caixa IATA correta e agendar o CVI no VIGIAGRO da região no timing certo.

A Pet Viajante já ajudou mais de 15.000 pets a viajar, com equipe veterinária e jurídica, processo 100% documentado e suporte no país de destino — inclusive na França. Isso significa menos chance de imprevisto e mais tranquilidade para você e para o seu companheiro. Comece pela consultoria gratuita ou peça seu orçamento pelo WhatsApp.

Perguntas frequentes

Preciso levar meu pet até Guarulhos para embarcar?

Sim. Voos intercontinentais para a França partem principalmente de GRU (Guarulhos). Congonhas opera voos domésticos e não serve para o trecho internacional. Se você está em outra cidade da Grande São Paulo ou no interior, o pet precisa chegar a Guarulhos para o embarque.

É obrigatório fazer sorologia antirrábica para a França?

Não, saindo do Brasil. Por o Brasil ser um país listado pela União Europeia, a sorologia (teste FAVN) não é exigida para entrada na França. Bastam microchip ISO, antirrábica válida na ordem correta e o CVI. Isso torna o processo mais rápido que o de destinos como Austrália.

Quanto tempo antes devo começar a preparar a viagem?

O ideal é de 1 a 4 meses de antecedência. Isso dá margem para microchip, vacina com carência cumprida, reserva de vaga do pet no voo e emissão do CVI no prazo certo. Quanto antes começar, mais opções de rota e datas você terá a partir de São Paulo.

Meu pet grande pode ir na cabine?

Não. A cabine é reservada a animais pequenos dentro de um limite de peso somado à caixa. Pets maiores viajam no porão pressurizado, o que exige caixa IATA adequada e atenção redobrada com conexões. Para saber em qual modalidade o seu pet se enquadra, faça o diagnóstico do pet ou fale com a Pet Viajante.

Nota: Este artigo tem fins informativos. As regras de transporte internacional de pets mudam frequentemente e sem aviso prévio. Não nos responsabilizamos por informações que possam estar desatualizadas. Confirme sempre com profissionais especializados antes de tomar qualquer decisão.
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