Transporte de pet de Londrina para a Irlanda: custo, prazo e passo a passo
Como levar seu cão ou gato de Londrina para a Irlanda: requisitos sanitários, logística de embarque via Guarulhos, prazos, custos e cuidados com a conexão no porão.
Transportar um pet de Londrina para a Irlanda exige, em média, de 2 a 4 meses de preparação e custa, em geral, entre R$ 9.000 e R$ 25.000, dependendo do porte do animal e da rota. O ponto mais importante de entender já no começo é este: os requisitos sanitários dependem do destino (Irlanda), e não da cidade de onde você sai. Morar em Londrina não altera as exigências de microchip, vacina e documentos — o que a origem muda é a logística do embarque, já que o aeroporto da cidade não tem voos intercontinentais e o pet quase sempre precisará de conexão por Guarulhos (GRU) antes de cruzar o Atlântico rumo a Dublin.
Neste guia você vai entender o passo a passo dos requisitos da Irlanda, como sair do Aeroporto de Londrina até Dublin, quanto tempo leva, a faixa de custo realista e por que erros nesse processo podem sair caro — do voo perdido à quarentena inesperada.
Requisitos da Irlanda para receber um pet do Brasil
A Irlanda é membro da União Europeia, mas mantém regras próprias, mais rígidas que a maioria dos países do bloco (semelhantes às do Reino Unido e de Malta), sobretudo no controle de vermes. Os requisitos principais para cães e gatos vindos do Brasil são:
- Microchip padrão ISO 11784/11785: deve ser implantado antes de qualquer vacina valer. Se a antirrábica for aplicada antes do chip, ela não é aceita e todo o cronograma reinicia. Entenda melhor no nosso guia sobre microchip pet internacional padrão ISO.
- Vacina antirrábica válida: aplicada após o microchip, respeitando o prazo de carência antes do embarque.
- Tratamento contra Echinococcus (verme): a Irlanda exige aplicação de vermífugo específico (praziquantel) por veterinário, entre 24 e 120 horas antes da chegada, com registro no certificado. É um ponto crítico e uma das causas mais comuns de recusa.
- CVI (Certificado Veterinário Internacional): emitido pelo VIGIAGRO/MAPA poucos dias antes da viagem, atestando que o pet cumpre todas as exigências do destino.
Uma boa notícia: por sair de um país listado, o Brasil não exige o exame de sorologia antirrábica (FAVN) para a Irlanda — o que evita a espera de vários meses típica de destinos como a Austrália. Ainda assim, o alinhamento fino do vermífugo com o CVI é delicado. Veja o detalhamento completo na página levar pet para a Irlanda.
Por que a origem em Londrina afeta a logística (mas não as regras)
O aeroporto principal de Londrina é o Aeroporto de Londrina – Governador José Richa (LDB), que opera essencialmente voos domésticos e conexões regionais — não há voos intercontinentais diretos para a Europa saindo de Londrina. Na prática, o transporte do seu pet quase sempre seguirá este caminho:
- Trecho doméstico Londrina (LDB) → São Paulo (GRU/Guarulhos), aeroporto que concentra a maioria dos voos internacionais que aceitam animais.
- Voo internacional de GRU até um hub europeu (Lisboa, Madri, Frankfurt, Paris ou Londres, conforme a companhia).
- Conexão final até Dublin (DUB), na Irlanda.
Essa estrutura de conexões torna o planejamento da escolha entre cabine, porão e carga ainda mais importante. Pets pequenos que viajam na cabine têm mais flexibilidade; animais de maior porte, que seguem no porão ou como carga, dependem de companhias e aeronaves específicas — e nem toda conexão a partir de Londrina comporta isso sem uma pernoite ou reagrupamento da carga em São Paulo.
Além do embarque, a origem influencia dois pontos operacionais: a disponibilidade de veterinários habilitados na região de Londrina para preencher a documentação no padrão exigido e o agendamento do CVI na unidade do VIGIAGRO que atende o Paraná. Como o certificado é emitido em janela curta antes do voo, qualquer atraso no agendamento pode inviabilizar a data escolhida. Veja como funciona no guia sobre agendamento e emissão do CVI no MAPA.
Um detalhe pode parar tudo: se o vermífugo for aplicado fora da janela de 24 a 120 horas, se o CVI sair com data incompatível com a conexão, ou se a companhia não confirmar o pet no porão, o embarque é cancelado. Por isso, contar com quem já opera a praça de Londrina reduz drasticamente o risco. Fale com um especialista da Pet Viajante e receba um plano sob medida para a sua data.
Passo a passo de Londrina até a Irlanda
| Etapa | O que acontece | Prazo estimado |
|---|---|---|
| 1. Microchip ISO | Implantação e registro do microchip | Início do processo |
| 2. Vacina antirrábica | Aplicada após o microchip, com carência | Logo após o chip |
| 3. Planejamento de rota e caixa IATA | Reserva do voo LDB→GRU→Europa→Dublin e caixa no padrão | 4 a 8 semanas antes |
| 4. Vermífugo (Echinococcus) | Aplicado por veterinário na janela de 24–120h antes da chegada | Dias antes do voo |
| 5. Emissão do CVI (VIGIAGRO) | Certificado emitido perto da viagem | Poucos dias antes |
| 6. Embarque e conexões | Voo doméstico + internacional + chegada em Dublin | Dia da viagem |
De ponta a ponta, o processo costuma levar de 1 a 4 meses. Como a Irlanda tem exigências mais rígidas de vermífugo e documentação, o ideal é começar cedo — nunca deixe para organizar tudo em cima da data. Para não esquecer nenhum item, apoie-se no nosso guia de documentos para viagem internacional do pet.
Faixa de custo: quanto custa levar o pet de Londrina para a Irlanda
Não existe preço fechado — cada caso depende do porte do pet, da companhia aérea, da rota e da modalidade (cabine, porão ou carga). A tabela abaixo traz faixas realistas por item, apenas para você dimensionar o investimento:
| Item | Faixa estimada |
|---|---|
| Microchip + vacinas | R$ 200 a R$ 600 |
| Exames e consultas veterinárias | R$ 300 a R$ 1.000 |
| Caixa de transporte padrão IATA | R$ 300 a R$ 2.500 (varia com o porte) |
| Passagem aérea do pet (cabine/porão/carga) | R$ 3.000 a R$ 15.000+ |
| Taxas, CVI e documentação | R$ 500 a R$ 2.000 |
| Agente/assessoria e suporte no destino | Sob orçamento |
Somando tudo, o investimento total costuma ficar entre R$ 9.000 e R$ 25.000, com pets grandes na modalidade carga puxando para o topo da faixa. O valor exato só é possível saber com um orçamento personalizado, que leva em conta seu pet, a data e a rota disponível a partir de Londrina. Peça o seu na consultoria gratuita.
Cuidados com a conexão para pets no porão
Quando o animal viaja no porão ou como carga, a conexão em Guarulhos e no hub europeu merece atenção especial. Alguns pontos que fazem diferença:
- Tempo de conexão adequado: curto demais arrisca perder o voo seguinte; longo demais expõe o pet a mais estresse e calor. O equilíbrio ideal depende de cada rota.
- Companhias que aceitam pet em todos os trechos: nem toda combinação LDB→GRU→Europa→Dublin transporta animais em todos os segmentos. É preciso casar as políticas de cada aérea.
- Caixa IATA correta: tamanho, ventilação e travas conforme a norma, senão o pet é barrado no check-in.
- Clima e restrições sazonais: algumas aéreas suspendem o transporte no porão em épocas de calor extremo.
Para entender melhor a experiência do animal nessa modalidade, vale ler como funciona o pet no voo de porão.
Por que contar com quem opera a praça de Londrina
Fazer esse processo sozinho é possível, mas arriscado. As regras da Irlanda mudam sem aviso, a janela do vermífugo é curtíssima, o CVI precisa casar com a data do voo e as conexões a partir de Londrina têm particularidades. Um único erro pode significar pet barrado no embarque, quarentena extra ou voo perdido — com prejuízo financeiro e emocional enorme.
A Pet Viajante já ajudou mais de 15.000 pets a viajarem com segurança, com equipe veterinária e jurídica, processo 100% documentado e suporte no país de destino. Nós cuidamos do alinhamento entre o veterinário habilitado em Londrina, o agendamento do CVI no VIGIAGRO, a reserva das conexões e o cumprimento das exigências irlandesas — para que você só precise se preocupar em reencontrar seu pet em Dublin. Fale agora com um especialista da Pet Viajante ou conheça a Pet Viajante.
Perguntas frequentes
Preciso ir até São Paulo para embarcar meu pet para a Irlanda?
Na prática, sim, na maioria dos casos. O Aeroporto de Londrina (Governador José Richa) não tem voos intercontinentais diretos, então o pet segue primeiro para Guarulhos (GRU) e de lá para um hub europeu antes de chegar a Dublin. Todo esse encadeamento de voos precisa ser planejado para que uma mesma companhia ou parceria transporte o animal em cada trecho.
A Irlanda exige quarentena para pets vindos do Brasil?
Cumprindo corretamente microchip, vacina antirrábica válida, tratamento contra Echinococcus na janela exigida e o CVI, o pet normalmente entra sem quarentena. A quarentena costuma ser aplicada justamente quando algum requisito falha — por isso a documentação precisa estar impecável.
Quanto tempo antes devo começar o processo em Londrina?
Recomenda-se começar de 2 a 4 meses antes da viagem. A antirrábica precisa vir depois do microchip e respeitar carência, e ainda há o agendamento do CVI e a reserva dos voos que aceitam pet. Quanto antes você organizar, menor o risco de imprevistos.
O custo muda por eu sair de Londrina em vez de São Paulo?
Os requisitos sanitários e seus custos são os mesmos, pois dependem do destino (Irlanda). O que pode variar é a logística: o trecho adicional Londrina–Guarulhos e a compatibilidade das conexões podem influenciar o valor da passagem do pet. Por isso, o ideal é solicitar um orçamento personalizado considerando sua rota específica.
Precisa de ajuda com o processo do seu pet?
A Pet Viajante é referência nacional e internacional no transporte de pets, com mais de 15.000 pets ajudados a serem transportados e suporte em diversos países.