Transporte de pet de Florianópolis para a Irlanda: custo, prazo e passo a passo
Guia completo para levar seu pet de Florianópolis para a Irlanda: requisitos do destino, logística de voos com conexão, prazos, custos e o passo a passo do CVI.
Levar seu pet de Florianópolis para a Irlanda é totalmente possível, mas exige planejamento: os requisitos são definidos pelo destino (a Irlanda) e não pela sua cidade, enquanto Florianópolis determina a logística, de qual aeroporto o pet embarca, qual conexão será usada e onde emitir os documentos oficiais. Em geral, o processo leva de 1 a 3 meses e envolve microchip, vacina antirrábica, exames, o Certificado Veterinário Internacional (CVI) do VIGIAGRO e a reserva de um voo que aceite o animal. Abaixo você encontra o passo a passo completo, prazos e uma faixa realista de custos.
Os requisitos dependem da Irlanda, não de Florianópolis
Este é o ponto mais importante para não perder tempo nem dinheiro: as regras de entrada são do país de destino. Ou seja, seja você de Florianópolis, Curitiba ou São Paulo, as exigências sanitárias para a Irlanda são exatamente as mesmas. A Irlanda segue as normas de trânsito de animais de companhia da União Europeia, o que traz uma boa notícia para quem sai do Brasil: a sorologia antirrábica (teste FAVN) não costuma ser exigida saindo de um país listado como o Brasil, o que torna o processo mais rápido do que para destinos como Austrália ou Nova Zelândia.
Ainda assim, a Irlanda é conhecida por ser um dos destinos europeus mais criteriosos na conferência documental na chegada. Um detalhe fora do padrão, uma data de vacina anterior ao microchip, um tratamento antiparasitário ausente ou um carimbo faltando no CVI, pode significar retenção do animal, custos extras ou até a recusa de embarque. Por isso, vale conferir a página dedicada com o detalhamento completo em levar pet para a Irlanda.
Passo a passo resumido dos requisitos da Irlanda
- Microchip ISO 11784/11785: deve ser implantado antes da vacina antirrábica. É a identidade do pet e conecta todos os documentos.
- Vacina antirrábica: aplicada após o microchip, respeitando o período de carência antes da viagem (normalmente 21 dias após a vacinação primária).
- Tratamento antiparasitário e exames: conforme a exigência vigente e a orientação do veterinário para cães e gatos.
- CVI (Certificado Veterinário Internacional): emitido pelo VIGIAGRO/MAPA poucos dias antes do voo, com base no atestado de saúde de um veterinário habilitado.
- Entrada por ponto autorizado: a Irlanda tem regras específicas sobre pontos de entrada e conferência documental na chegada.
Veja também nossos guias sobre o microchip padrão ISO e os documentos para viagem internacional passo a passo, que valem para qualquer destino europeu.
Como sai de Florianópolis até a Irlanda
Aqui entra o papel da sua cidade. Florianópolis é atendida pelo Aeroporto Internacional Hercílio Luz (FLN), um aeroporto moderno, mas que não possui voos intercontinentais diretos para a Europa. Na prática, isso significa que a viagem do seu pet até a Irlanda será feita em conexão.
A rota mais comum é embarcar em Florianópolis (FLN) rumo a São Paulo/Guarulhos (GRU), principal hub internacional do Brasil, e de lá seguir para a Europa, geralmente com uma segunda conexão em um grande aeroporto europeu (como Lisboa, Madri, Frankfurt, Amsterdã ou Londres) antes de chegar a Dublin (DUB), principal aeroporto da Irlanda. Como a Irlanda não faz parte do espaço de fronteiras aberto com o continente para a entrada de animais em todos os cenários, a escolha da conexão e do ponto de entrada precisa ser planejada com atenção.
Isso levanta três decisões logísticas cruciais:
- Cabine, porão ou carga: pets pequenos podem viajar na cabine em alguns trechos, mas voos intercontinentais e regras de companhias frequentemente exigem porão climatizado ou envio como carga. Entenda as diferenças em cabine vs porão vs carga.
- Companhia aérea que aceite o pet no trecho todo: nem toda combinação de voos transporta animais, e as regras mudam por rota e época do ano.
- Caixa de transporte no padrão IATA: dimensionada para o porte do animal, obrigatória para o porão/carga.
Um erro clássico de quem tenta organizar sozinho de Florianópolis é reservar o voo humano primeiro e só depois descobrir que aquela conexão específica não aceita pet no porão, perdendo passagem e prazo. Planejar a logística e os documentos em paralelo evita esse prejuízo.
Se você quer pular a parte de tentativa e erro, vale falar com um especialista da Pet Viajante e receber a rota ideal já com as datas de vacina e CVI ajustadas.
Documentos e o CVI no VIGIAGRO da região
O CVI é o documento que autoriza a saída do pet do Brasil. Ele é emitido pelo VIGIAGRO (unidade do MAPA) com base no atestado de um veterinário habilitado e deve ser feito poucos dias antes da viagem, normalmente em uma janela de até 10 dias antes do embarque. Quem mora em Florianópolis costuma resolver a etapa documental na própria capital ou em unidades do VIGIAGRO da região, muitas vezes vinculadas ao fluxo do aeroporto de conexão.
Como o embarque internacional efetivo tende a acontecer via GRU, é comum que o agendamento e a validação final do CVI considerem essa logística. Entender o passo a passo do agendamento e emissão do CVI evita a pior de todas as falhas: chegar ao aeroporto com o pet e a documentação incompleta.
Prazo: quanto tempo antes começar
Para a Irlanda, saindo de um país listado como o Brasil, o cronograma é mais enxuto do que o de destinos com quarentena. Ainda assim, sempre recomendamos começar cedo, porque atrasos de vacina ou de agenda veterinária empurram a data do voo.
| Etapa | Prazo estimado |
|---|---|
| Microchip ISO | Antes de tudo (dia zero) |
| Vacina antirrábica (após microchip) | Carência de ~21 dias após a primovacinação |
| Exames e tratamentos exigidos | Nas semanas anteriores ao voo |
| Reserva do voo com pet (FLN → conexão → DUB) | Com 1 a 2 meses de antecedência |
| Atestado veterinário + CVI no VIGIAGRO | Poucos dias antes do embarque |
| Processo completo | Em média 1 a 3 meses |
Faixa de custo do transporte de Florianópolis para a Irlanda
Não existe preço fechado, e desconfie de quem promete um valor único: o custo real depende do porte do pet (cabine é bem mais barato que porão ou carga), da companhia aérea, das conexões, da caixa IATA, dos exames, taxas e do apoio no destino. A tabela abaixo traz faixas apenas orientativas.
| Item | Faixa estimada |
|---|---|
| Microchip + vacina antirrábica | A partir de algumas centenas de reais |
| Exames e atestado veterinário | Variável conforme o pet |
| Caixa de transporte padrão IATA | Em geral entre R$ 300 e R$ 1.500 (conforme o tamanho) |
| Passagem aérea do pet (cabine) | Menor custo, quando permitido no trecho |
| Pet no porão/carga (voo intercontinental) | Faixa significativamente mais alta |
| CVI / taxas / agente no destino | Variável |
Como você percebe, a diferença entre um cão pequeno que voa na cabine e um cão grande que segue como carga é enorme. Por isso, o único número confiável é o de um orçamento personalizado feito a partir do porte do seu pet e da rota disponível na data desejada.
Por que uma empresa que opera essa praça facilita
Organizar sozinho um trajeto Florianópolis → GRU → Europa → Dublin significa alinhar, ao mesmo tempo, calendário de vacinas, agenda do VIGIAGRO, regras da companhia aérea em dois ou três trechos e as exigências de conferência da Irlanda, tudo isso com regras que mudam sem aviso. Um único deslize pode custar o voo.
A Pet Viajante já ajudou mais de 15.000 pets a viajarem com segurança, com equipe veterinária e jurídica, processo 100% documentado e suporte no país de destino. Isso significa que a rota, as datas e os documentos são desenhados para funcionar na primeira tentativa, sem retenção, sem quarentena inesperada, sem voo perdido.
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Perguntas frequentes
Existe voo direto de Florianópolis para a Irlanda?
Não. O Aeroporto Internacional Hercílio Luz (FLN) não tem voos intercontinentais diretos para a Europa. O trajeto até Dublin é feito com conexão, geralmente via São Paulo/Guarulhos (GRU) e, em seguida, por um grande hub europeu. Por isso é essencial escolher uma combinação de voos que aceite o pet em todos os trechos.
Preciso fazer a sorologia antirrábica (FAVN) para a Irlanda?
Saindo de um país listado como o Brasil, a sorologia antirrábica normalmente não é exigida para a Irlanda, ao contrário de destinos como Austrália e Nova Zelândia. Ainda assim, microchip, vacina antirrábica válida e o CVI são obrigatórios, e as regras podem ser atualizadas, por isso vale confirmar cada exigência antes de marcar o voo.
Quanto tempo antes devo começar o processo?
O ideal é começar com 1 a 3 meses de antecedência. O ponto crítico é a carência da vacina antirrábica (cerca de 21 dias após a primovacinação) e a agenda de veterinários e do VIGIAGRO. Começar cedo garante margem para imprevistos sem correr o risco de perder a data desejada.
Meu cão grande pode viajar na cabine até a Irlanda?
Em geral, não. Cães acima do limite de peso da cabine viajam no porão climatizado ou como carga, dentro de uma caixa padrão IATA. Isso influencia diretamente o custo e a escolha da companhia aérea. Uma avaliação personalizada define a melhor opção para o porte e o temperamento do seu pet.
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